A actividade seguradora em Angola registou um crescimento homólogo de 22,67% no primeiro trimestre de 2026, superando a taxa de inflação observada no respectivo período, ilustram os indicadores trimestrais da Agência Angolana de Regulação e Supervisão de Seguros (ARSEG).
O ramo Vida, esclareceu a ARSEG no documento divulgado, evidenciou um aumento de 32,58%. Os ramos não Vida cresceram 21,93% com destaque para os ramos Doença, Acidente de Trabalho, Automóvel e Petroquímica.
Ainda no primeiro trimestre do presente ano, prosseguiu o regulador da actividade seguradora, os custos com sinistros de seguro directo registaram um acréscimo de 38,60% face ao valor apurado em Março do ano anterior.
Em termos desagregados, como se pôde apurar, os sinistros do ramo Vida apresentaram um aumento de aproximadamente 4,38%, ao passo que os ramos Não Vida evidenciaram um crescimento de quase 39,25%.
Relativamente ao sector de fundos de pensões, disse, os montantes pagos aos beneficiários e as contribuições dos participantes e entidades associadas registaram uma redução de quase 11% e 16% respectivamente.
Adicionalmente, continuou, verificou-se um aumento do número de fundos de pensões, que passou de 41 em Março de 2025 para 46 em Março de 2026, reflectindo a expansão e consolidação gradual do sector.
No primeiro trimestre de 2026, foram registadas 177 reclamações dirigidas às empresas de seguros, uma redução de 0,56% face ao período homólogo.
As reclamações concentraram-se sobretudo nos ramos Automóvel e Doenças, que registaram aumentos de 9% e 12%, respectivamente, enquanto o ramo Acidentes apresentou uma redução de 56%.














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