IFC Markets Live Quotes
Powered by
3
1
PATROCINADO

Moçambique celebra 51 anos de descolonização com sonho a uma independência económica

Hermenegildo Langa
26/6/2026
1
2
Foto:
DR

As comemorações da independência, este ano, decorreram sob apelos à unidade, ao trabalho e ao compromisso colectivo com a construção de um Moçambique próspero, inclusivo e soberano.

Moçambique celebrou, esta quinta-feira, os 51 anos da independência nacional, com apelos à necessidade “urgente” de aumentar a produção alimentar e valorizar os recursos naturais como pilares da independência económica. As comemorações deste ano decorreram sob apelos à unidade, ao trabalho e ao compromisso colectivo com a construção de um Moçambique mais próspero, inclusivo e soberano.

Falando durante as celebrações do Dia da Independência, o Presidente moçambicano, Daniel Chapo, defendeu o combate firme à corrupção e extremismo violento para o alcance da independência económica e desenvolvimento do país, explicando que o actual desafio passa por “reduzir a dependência externa e transformar os seus recursos em emprego, rendimento e bem-estar da população”.

Segundo Daniel Chapo, este é o caminho para aquilo que designa como a “segunda independência”, centrada na produção e na produtividade. “A segunda independência chama-se produção e produtividade. Chama-se trabalho árduo”, afirmou o Chefe do Estado moçambicano.

No seu discurso, Chapo frisou que o objectivo “é construir um Moçambique que produza mais alimentos para o seu povo, que industrialize a sua economia e que valorize os seus recursos naturais”.

“Apelamos a todos os moçambicanos para que façam da honestidade, integridade, patriotismo, competência e  da responsabilidade valores inegociáveis da nossa vida nacional”, vincou.

Na mesma intervenção, Daniel Chapo apontou as mudanças climáticas como um dos principais desafios ao desenvolvimento de Moçambique. Ainda assim, destacou a resiliência dos agricultores moçambicanos, sublinhando a coragem de quem enfrenta secas, cheias e inundações e continua a semear e produzir, destacando que “a maior riqueza de Moçambique não está apenas no subsolo, mas sim no povo moçambicano”.