O Estado angolano alcançou um valor de 1,5 bilião de Kwanzas com a contratualização da privatização de 121 dos 130 activos inscritos no reajustado Programa de Privatizações (PROPRIV), avançou Álvaro Fernão, PCA do Instituto de Gestão de Ativos e Participações do Estado (IGAP).
O gestor, que intervinha, nesta semana, em Luanda, no final da reunião da Comissão Interministerial para a Implementação do PROPRIV, referiu que o leque de activos já privatizados inclui os 15% das acções do Estado vendidas recentemente em bolsa.
Álvaro Fernão informou que estas operações permitiram a promoção de mais de 7 mil empregos directos. Adiantou que o processo de privatização vai continuar, e, nos próximos 90 dias, deve acontecer a privatização das acções que o Estado detém no Standard Bank.
“Depois, temos uma participação minoritária de 1,4% do BCA, que também vamos privatizar rapidamente. A seguir, vamos ter os activos da Angola Telecom, Nova Cimangola e os demais que estão na lista”, descreveu o PCA do IGAP, citado pela RNA.
Assinalou que, no programa, constam duas empresas de comunicação social, nos casos a TV Zimbo e o Grupo Medianova. A Endiama, acrescentou Álvaro Fernão, está também no leque de privatizações, ao contrário da Sonangol, que foi retirada do plano à luz da actualização feita este ano.















