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ALERTA: “Internet” das coisas pode ser um risco para empresas

Redacção
1/4/2026
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Foto:
DR

Os ataques relacionados com a IoT podem intensificar-se devido à falta de actualizações, à exposição de portas de rede, à ausência de políticas formais de protecção ou a configurações erradas.

A expansão de equipamentos conectados  (câmaras de vigilância, sensores industriais, sistemas de contagem de energia, dispositivos de automação e terminais instalados em ambientes operacionais) criou novas dependências tecnológicas dentro das organizações. Muitos desses dispositivos têm software desactualizado, palavras-passe de origem activas e configurações que permitem acessos remotos não supervisionados.

A TIS, empresa dedicada a consultoria de negócios e tecnologia, alerta para o aumento dos riscos associados à Internet das Coisas (IoT, do inglês Internet of Things) nas empresas, depois de identificar múltiplas vulnerabilidades em dispositivos utilizados por companhias de vários sectores.

Os ataques relacionados com a IoT podem intensificar-se devido à falta de actualizações, à exposição de portas de rede, à ausência de políticas formais de protecção ou a configurações erradas.

“A IoT trouxe ganhos operacionais evidentes, mas também ampliou a superfície de risco. Qualquer dispositivo mal configurado cria uma porta de entrada para ataques que afectam operações, dados e reputação”, afirma Sandra Camelo, directora executiva da TIS. “A solução é garantir que os equipamentos estão actualizados e são instalados por técnicos especializados e certificados para o efeito, assegurando todas as medidas de protecção.”

É importante adoptar mecanismos de governação digital que assegurem a gestão responsável dos dispositivos conectados, para aumentar a resiliência, fortalecer a confiança dos parceiros e consolidar a continuidade do negócio.

A IoT é uma parte central das operações empresariais. A falta de segurança nos dispositivos conectados constitui um risco real para a competitividade e para a reputação corporativa. A TIS reforça que a prevenção, as políticas de governação e a monitorização constante devem integrar a agenda dos decisores de topo. A maturidade digital depende desse compromisso.