As autoridades angolanas estão expectantes quanto à conclusão do FSO Kaminho, uma importante infra-estrutura petrolífera que está em construção na República Popular da China, e que visa o desenvolvimento dos campos petrolíferos de Cameia e Golfinho, na Bacia do Kwanza.
Na visita que efectuou, esta semana, à edificação do referido projecto, na cidade industrial de Nantong, o ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás assinalou o nível de execução física estimado em 50% da unidade flutuante de produção, armazenamento e transferência de hidrocarboneto.
“É um projecto que vai contribuir para as nossas ambições de manter a produção de blocos em Angola por mais algum tempo, e também porque vamos iniciar a exploração na Bacia do Kwanza, uma nova fronteira da actividade do upstream em Angola. Isso é extremamente importante, porque poderá também motivar outros investidores a olharem para essa bacia com mais atenção”, disse Diamantino Azevedo.
As bacias do Congo e do Kwanza, em cujos estudos de acessibilidade para exploração petrolífera custarão a Angola 1,3 milhão de dólares, são fundamentais na exploração petrolífera em Angola, com o Governo a licitar blocos terrestres (onshore) para potenciar a produção. O foco actual inclui o renascimento da produção onshore no Kwanza (Blocos KON 11, KON 16) e novas actividades no Baixo Congo.


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