O País conta com uma carteira de projectos do sector petrolífero estimada em 70 mil milhões de dólares (USD), um potencial que estará em destaque na edição deste ano da Angola Oil & Gas Conference, a decorrer em Luanda nos dias 9 e 10 de Setembro, sob o tema ‘Investir no Futuro de Angola’.
Com regimes flexíveis para blocos, compromisso com a reabilitação de campos maduros e oportunidades de parceria abundantes, Angola reafirma a sua posição como “destino seguro e atractivo” para o investimento petrolífero em África, destaca um comunicado da organização da conferência.
“Angola entra numa fase decisiva de crescimento e consolidação do sector petrolífero e do gás. Já lançámos as bases, pelo que 2026 será o ano de converter projectos em produção e em impacto económico real”, perspectivou o secretário de Estado para o Petróleo e Gás, durante o acto oficial de lançamento da Angola Oil & Gas Conference 2026.
José Barroso descreveu que Angola está a assistir a um “regresso significativo” à exploração onshore, com aquisição sísmica e perfuração nos blocos do Baixo Congo e Kwanza, abrindo novas oportunidades de produção e diversificação da base petrolífera do País.
Já Luís Conde, director da Angola Oil & Gas Conference, explicou, citado igualmente na nota, que o evento é um espaço para criar parcerias estratégicas, partilhar conhecimento e “acelerar investimentos que definem o futuro energético” do País nos próximos 50 anos.
O documento, a que a E&M teve acesso, sublinha que Angola mantém um ambiente de investimento competitivo e credível, atraindo tanto grandes operadores internacionais como novos participantes com capital, tecnologia e experiência.
A ronda de licitações iniciada em 2025, recorda o comunicado, oferece novas concessões offshore nos blocos do Kwanza e Benguela, reforçando oportunidades para operadores já consolidados e para novos investidores.
A Conferência Angola Oil & Gas é a principal plataforma dedicada ao futuro do petróleo e gás no País, reunindo especialistas, investidores e decisores de todo o mundo para a promoção de acordos transformadores que impulsionam o desenvolvimento do País enquanto potência energética regional.

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