A República de Angola exorta as partes em conflito no Médio Oriente à contenção máxima e a privilegiar o diálogo, através de canais diplomáticos.
No comunicado, Angola (sob liderança do Presidente da República, João Manuel Gonçalves Lourenço) encoraja as partes desavindas a envidar esforços com vista à cessação imediata das hostilidades, restabelecendo assim a paz e estabilidade naquela região da Ásia Ocidental.
“O Governo da República de Angola acompanha com extrema preocupação a grave escalada do conflito no Médio Oriente após os ataques que se registaram no Irão e subsequentes retaliações que se verificaram nos Emiratos Árabes Unidos, Reino da Arábia Saudita, Reino do Bahrein, Estado do Qatar, Estado do Kuweit e Sultanato de Oman”.
Tendo em conta o contexto, o Estado expressa (no comunicado) a profunda solidariedade para com os povos e as vítimas afectadas pelo conflito.
“Face às graves ocorrências que perigam a estabilidade naquela região com efeitos nefastos para paz mundial, a República de Angola sublinha a urgente necessidade da redução das tensões e do pleno respeito pelo Direito Internacional, em harmonia com a Carta das Nações Unidas e os princípios do respeito pela soberania, integridade territorial e da não-agressão”, descreve o comunicado.

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