O Executivo prevê um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 4,17% em 2026, suportado pelo sector não-petrolífero, cuja taxa de expansão está estimada em 4,73%. Para o sector petrolífero (incluindo a produção de gás), prevê-se uma taxa de crescimento de 1,07%, de acordo com o Orçamento Geral do Estado (OGE) do ano em curso.
Esta perspectiva optimista diverge das projecções das principais instituições financeiras e agências de rating. Estas projectam um avanço mais modesto, entre 2,0% e 3,0%, e questionam se a economia já encontrou motores alternativos para compensar o declínio do petróleo.
Os técnicos do Fundo Monetário Internacional (FMI) projectam um crescimento de apenas 2,1%, alertando para as “pressões financeiras de curto prazo” e um sector não-petrolífero com potencial “ainda não totalmente desbloqueado”. Para estes especialistas, a saída passa por investir na agricultura, indústria transformadora, agronegócio, emprego juvenil, turismo, pescas e tecnologia.
Visão semelhante têm o Banco Mundial, que antevê uma expansão de 2,6% do PIB, e a Fitch Rating, que aponta um crescimento económico de 3,0%. Ambas destacam que, apesar de alguns dinamismos sectoriais, o crescimento ficará aquém da média da África Subsaariana (4,1%) e que a inflação (prevista em 16% pela Fitch) permanecerá um problema sério.
Leia este artigo na íntegra na edição 257 da revista Economia & Mercado, disponível nas bancas.

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