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“A transformação digital não é privilégio de minorias”- Mário Oliveira

Adnardo Barros
11/6/2026
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Foto:
DR

O Executivo angolano tem digitalizado serviços essenciais do quotidiano, como o pagamento de água e energia, a emissão do bilhete de identidade e passaporte electrónico, afirma Mário Oliveira.

O ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, Mário Oliveira, declarou esta quinta-feira, em Luanda, que a transformação digital em Angola "não é um privilégio das empresas, das instituições nem tão pouco de uma minoria privilegiada", afirmando que a tecnologia deve estar ao serviço de todas as famílias angolanas.

Ao intervir na abertura da 6.ª edição do ANGOTIC, sob o lema "Na Rota da Transformação Digital", o governante sublinhou que o Executivo angolano tem digitalizado serviços essenciais do quotidiano, como o pagamento de água e energia, a emissão do bilhete de identidade e passaporte electrónico, o acesso à banca, à internet, à televisão e à rádio, integrando a transformação digital no próprio modelo de organização e funcionamento do Estado.

Apesar das bases já lançadas, vincou que o sector mantém-se firme no alcance de metas a curto, médio e longo prazo, com enfoque para a cirurgia robótica, telemedicina, utilização de drones, imagens de satélite e biotecnologia para aumentar a produtividade e a segurança alimentar, utilização da inteligência artificial associada à tecnologia espacial e automação industrial e robótica.

Mário Oliveira sustentou que, com os projectos N´gola Digital,  Angola Online,  assim como o parque de infra-estruturas tecnológicas disponíveis no país, o ensino à distância torna-se mais sustentável, regular e de maior acesso, garantindo mais opções no processo de ensino e aprendizagem.

A digitalização do ensino superior e da investigação científica, informou, incluem, também o uso de plataformas de ensino à distância, o acesso à bases de dados globais para promover inovações locais, bem como o estímulo à actividade regular de investigação científica.

Enalteceu os números alcançados na edição 2025, nomeadamente 11 mil visitantes, 180 180 startups, 120 empresas expositoras e não expositoras, 100 prelectores nacionais e estrangeiros, bem como um conjunto de soluções tecnológicas voltadas às famílias, empresas e instituições, para fazer face aos desafios presentes e futuros.