As exportações angolanas de bens caíram, em termos homólogos, 10,83% para 2,12 biliões Kz em Fevereiro, enquanto as importações de bens diminuíram 1,72% para 1,11 biliões Kz, calculou a E&M com base a folha de informação rápida "Estatística do Comércio Externo" divulgada pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
Com as exportações a cair mais do que as importações, o saldo positivo da balança comercial de bens diminuiu 238 mil milhões Kz face a igual período do ano passado e fixou-se em 1,01 biliões Kz. Em Fevereiro de 2025, o excedente foi de 1,25 biliões.
Do lado das exportações, as vendas de “Veículos e Outros Meios de Transporte” caíram 81,76% e as “Máquinas e Aparelhos" diminuíram 44%. Em sentido contrário, as exportações de “Minerais e Minérios” aumentaram 178,92% e as de “Produtos Químicos e Farmacêuticos” subiram 168,46%, o que impediu uma descida maior das exportações totais. O grupo Petróleo, Combustíveis e Gás, que representa 92,29% do total exportado, registou uma descida de 11,23%.
Por parceiro comercial, as exportações para Espanha recuaram 69,49%, para França 47,48% e para Togo 62,51%. Pelo contrário, as vendas para a Índia cresceram 80,14% e para a República Democrática do Congo aumentaram 60,88%.
Nas importações, as compras de “Bebidas Alcoólicas e Tabacos" aumentaram 118,47% e as de “Minerais e Minérios" subiram 11,69%. Em sentido inverso, as importações de “Metais Comuns” caíram 27,09%, as de “Óptica e Precisão” diminuíram 47,65% e as de “Plásticos e Borrachas” recuaram 18,39%, o que reflecte, em parte, uma menor procura interna.
Sem considerar o grupo Petróleo, Combustíveis e Gás, que representa 18,59% das importações totais e caiu 17,05%, o decréscimo das importações seria menos pronunciado. Excluindo este grupo, as importações teriam apresentado uma variação homóloga positiva, devido ao aumento de bens como equipamentos industriais e produtos alimentares.


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