O futuro do abacate em Angola vai centralizar as discussões à volta da 3.ª edição do AAPAbacate, que reunirá nesta quinta-feira, 11, em Luanda, produtores e investidores, especialistas e parceiros nacionais e internacionais.
Com o apoio directo dos Países Baixos, o projecto tem como objectivo fomentar a produção da fruta, contribuir para a redução da fome e da pobreza e garantir renda para as famílias angolanas.
Na edição deste ano, os participantes do encontro vão debater temas desde a produção à logística; transformação à exportação, perspectivando o futuro do sector em Angola que passará, igualmente, por inovação, parceria e uma cadeia de valor forte.
“O futuro do abacate em Angola depende de uma cadeia de valor forte, integrada e preparada para competir globalmente”, observa a organização da conferência em nota enviada à redacção da revista Economia & Mercado.
No ano passado, o projecto APA-Abacate tinha disponíveis mais de 30 mil milhões de Kwanzas para financiar agricultores interessados em relançar a produção de abacate no território nacional.
Realce-se que, em Abril último, a cidade italiana de Rimini acolheu a edição 2026 da Macfrut, um dos principais eventos internacionais do sector hortofrutícola, que reúne produtores, investidores, instituições e especialistas de toda a cadeia agro-alimentar.
No evento, além de produtores individuais – enquadrados na categoria de ‘Compradores’ -, Angola faz-se representar pelo Fundo de Apoio ao Desenvolvimento Agrário (FADA) e pela empresa Apolónia, com sede em Cabinda, que actua em vários sectores de negócio, incluindo o agrícola.
Dados divulgados no encontro, tal como noticiou na ocasião a E&M, apontam para a produção global de abacate atingir 12 milhões de toneladas até 2030, consolidando-se, assim, como uma das commodities agrícolas de crescimento mais rápido.












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