Os sectores da Educação e da Saúde registaram, em 2025, níveis de execução inferiores ao previsto no Orçamento Geral do Estado (OGE), em contraste com a Defesa e a Segurança, que superaram de forma expressiva os limites orçamentais aprovados.
Cálculos da E&M com base nos relatórios de execução trimestral do OGE indicam que a Educação executou 57,9% do orçamento cabimentado, com despesas na ordem de 1,3 biliões de kwanzas, dos 2,2 biliões aprovados. Enquanto a Saúde atingiu uma execução de 77%, correspondente a cerca de 1,5 biliões de kwanzas dos 1,9 biliões aprovados no OGE.
Em sentido inverso, o sector da Defesa apresentou uma execução de 148%, ao gastar mais de 1,9 biliões de kwanzas, acima dos 1,3 biliões inicialmente aprovados, um excedente de cerca de 646,8 mil milhões de kwanzas. A função Segurança e Ordem Pública registou uma execução ainda mais elevada, de 153%, com despesas próximas de 2 biliões de kwanzas, igualmente acima dos 1,3 biliões orçamentados para o exercício económico de 2025.
Com estes números, Angola continua longe das metas internacionais de alocar 20% do orçamento à Educação e 15% à Saúde.

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