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Naxus Satcom aumenta volume de negócios em 2025 e reforça presença em projectos de conectividade

Sebastião Garricha
2/2/2026
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Para 2026, a Naxus Satcom pretende alcançar um volume de negócios na ordem dos 500 milhões de kwanzas, sustentado pela expansão das operações de conectividade via satélite em zonas de difícil acesso.

A Naxus Satcom, empresa angolana de telecomunicações, registou em 2025 um volume de negócios anual próximo de 181 milhões de kwanzas, valor superior ao do ano anterior, reforçando actuação em projectos de conectividade para zonas remotas e sectores como mineiro e offshore.

Com cerca de cinco anos de actividade no mercado, a Naxus Satcom tem concentrado sua actuação em soluções de comunicação via satélite, links de micro-ondas e rádio VHF e UHF, com especial incidência em projectos onshore e offshore.

No segmento onshore, a empresa participou em projectos mineiros de grande dimensão, incluindo a mina de Catoca, onde implementou soluções de rádio VHF "para resolver falhas críticas de comunicação entre torres e aeronaves, além de outras minas".

Do ponto de vista financeiro, José Luamba, CEO da Naxus, sublinha que o retorno obtido no último ano cobriu integralmente os custos de investimento e operação, beneficiando ainda de projectos que transitaram para o exercício corrente, sobretudo no sector mineiro.

Actualmente, a empresa conta com um quadro de colaboradores que varia entre 11 e quase 30, incluindo efectivos e subcontratados, consoante a dimensão dos projectos.

Previsão financeira da Naxus

Para 2026, a Naxus pretende alcançar um volume de negócios na ordem de 500 milhões de kwanzas, sustentado pela expansão das operações de conectividade via satélite em zonas de difícil acesso. 

A empresa mantém como foco a ligação de áreas remotas, sobretudo em províncias com actividade mineira, e reforçou recentemente a sua presença na província da Lunda Norte. À Economia & Mercado (E&M), a direcção da Naxus Satcom destaca ainda a aposta contínua na capacitação técnica de jovens e reforça a estratégia de crescimento baseada na superação de barreiras logísticas e técnicas, posicionando a empresa como um dos actores nacionais com "maior capacidade de levar conectividade a pontos onde outras operadoras não conseguem chegar".