O Presidente do Conselho de Administração da TAAG – Linhas Aéreas de Angola, Clóvis Rosa, defendeu que “o caminho para a excelência passa pela adopção progressiva das melhores práticas internacionais, nomeadamente, ao nível da oferta de serviços, da comunicação com o passageiro e da atractividade para operadores e prestadores de serviços”.
Esta declaração foi feita por ocasião dum encontro da ACI Africa, realizada ontem, em Luanda, numa sessão dedicada ao tema “Reforço da Experiência do Passageiro e da Colaboração entre Stakeholders”, onde o responsável apresentou a visão estratégica da companhia para a transformação da experiência do passageiro e o desenvolvimento do sector da aviação em Angola e em África.
O posicionamento foi demonstrado num contexto em que dados recentes da Airports Council International apontam para níveis ainda reduzidos de satisfação dos passageiros nos aeroportos africanos, evidenciando desafios estruturais e a necessidade de uma abordagem integrada entre todos os intervenientes do ecossistema.
Neste panorama, , Clóvis Rosa destacou o papel estruturante do Aeroporto Internacional Dr. António Agostinho Neto enquanto infra-estrutura estratégica em fase de desenvolvimento operacional, tendo salientando a importância de clarificar a distinção entre as responsabilidades das companhias aéreas e as dos aeroportos, num contexto em que o passageiro tende a associar a totalidade da experiência à transportadora, apesar da natureza partilhada do serviço.
No plano estratégico, a TAAG defende uma abordagem que respeita a jornada do passageiro, promovendo a redução de atritos ao longo de todo o percurso (desde a reserva até à chegada), através da implementação de soluções digitais, sistemas de informação em tempo real e maior articulação entre entidades.
A consistência operacional e a qualidade da execução são alguns dos factores críticos, “exigindo investimento contínuo na formação conjunta, na padronização de processos e na maturidade dos sistemas”.
Citado na nota a que a E&M teve acesso, o PCA da TAAG afirmou que a experiência do passageiro assume-se como o centro desta transformação, devendo o aeroporto evoluir de um ponto de trânsito para um espaço de experiência diferenciadora, ao mesmo tempo que valoriza a identidade cultural angolana como elemento distintivo no circuito internacional.


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