O seguro (por si só) não vai resolver o tema estrutural da saúde em Angola, declarou o administrador executivo da Fortaleza Seguros, Sérgio Miranda, aquando da participação na I Conferência E&M Sobre Saúde, em Luanda.
Ainda assim, Sérgio Miranda, que participou do primeiro painel de debate “Modernização da Rede de Cuidados de Saúde”, considerou o respectivo produto de seguro um mecanismo de acesso aos serviços e a determinadas infra-estruturas de saúde a uma população, que à partida jamais teria.
Na perspectiva do membro do board da Fortaleza Seguros, na conferência organizada pela Revista Economia & Mercado, o seguro também contribui para que o investimento feito seja mais direcionado e permita a melhoria, assim como a abrangência da prestação de cuidados em saúde.
Quanto à expansão do seguro de saúde em Angola, Sérgio Miranda disse caber às seguradoras e a quem trabalha na parte de desenvolvimento de soluções conseguir impactar o maior número de pessoas ou beneficiários.
“O desafio é criar soluções de seguro que sejam mais baratas e adaptáveis às diferentes realidades. Nem todas as pessoas têm as mesmas prioridades, apesar das necessidades serem as mesmas”, afirmou o quadro sénior da Fortaleza Seguros, durante o evento realizado a 20 de Março de 2025.
Sérgio Miranda reforçou a declaração acima, afirmando que a capacidade de aquisição de mecanismos de acesso à saúde também não são as mesmas, razão pela as seguradoras esforçam-se para desenvolver produtos específicos, tendo em conta a realidade económica do País.
Face aos condicionalismos focados, o administrador executivo da Fortaleza Seguros avançou que as seguradoras têm desenvolvido soluções híbridas por formas a garantir que o custo e o preço de acesso não seja limitativo.
Para incentivar uma melhor gestão hospitalar e maior qualidade dos serviços, de acordo com o quadro sénior da instituição supramencionada, é importante garantir a sustentabilidade do seguro de saúde.

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