2025 foi um ano com poucos precedentes na história recente de Angola, marcado por uma sucessão de eventos de elevada relevância internacional que consolidaram a atenção global inicialmente gerada pela visita de Joe Biden, em 2024. Entre grandes cimeiras multilaterais e as celebrações dos 50 anos da Independência, Angola alcançou uma visibilidade institucional e mediática rara, com potencial para reposicionar o país no cenário internacional.
A indicação do Presidente da República para a presidência rotativa da União Africana, a realização da Cimeira EUA–África, da Cimeira de Infraestruturas da União Africana e da Cimeira União Europeia–África, as celebrações dos 50 anos que trouxeram Lionel Messi ao país para defrontar a selecção angolana, bem como numerosas visitas de Chefes de Estado e a proliferação de fóruns de negócios, evidenciam um ano em que Angola se abriu ao mundo, com todas as oportunidades e vulnerabilidades inerentes.
Uma exposição desta magnitude tem dupla dimensão: pode gerar ganhos políticos, económicos e institucionais, se bem aproveitada, ou produzir efeitos adversos se o país não estiver preparado para transformar atenção em credibilidade, sendo um momento que exige estratégia, coordenação e capacidade de execução.
Leia este artigo na íntegra na edição de Janeiro da revista Economia & Mercado, já disponível nas bancas.

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