A posição foi manifesta em comunicado distribuído à imprensa, a que a Economia & Mercado teve acesso recentemente. No documento, a administração da empresa explica que a única ligação entre a unidade de saúde e a empresa Luanda Medical Center S.A., proprietária do referido edifício, agora entregue ao Serviço Nacional de Recuperação de Activos (SENRA), circunscreve-se a sua “posição de arrendatária do espaço”.
“O Luanda Medical Center é um activo da CSIS Lda., que investiu em obras de requalificação do referido edifício e em equipamento topo de gama necessários para garantir ao mais alto nível a actividade desta unidade de serviços de saúde privada”, lê-se no comunicado, referindo que neste momento, a clínica situada na rua Amílcar Cabral Nº 3, bem como a do Talatona, continuam em pleno funcionamento.
Deste modo, a CSIS dá a conhecer ao público em geral que não existe qualquer responsabilidade da sua parte no processo de investigação patrimonial da Procuradoria-Geral da República (PGR), anunciada em comunicado na sexta-feira, 20 de Novembro deste ano.
De acordo com a imprensa nacional, o processo anunciado pela PGR envolve as empresas Messene Investimentos Limitada, Heave Grupo Investimentos-Limitada, Universal Sabedoria S.A e Luanda Medical Center S.A.
Segundo o documento da PGR, a que os órgãos de imprensa nacional fazem referência, as empresas entregaram voluntariamente o edifício Luanda Medical Center, o Hotel Monalisa Residence, projecto imobiliário Torres Eucaliptos e o edifício Instituto Sapiens ao Serviço Nacional de Recuperação de Activos.

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