A Clínica Sagrada Esperança investiu esta semana os seus novos órgãos sociais, no âmbito da sua evolução para Sociedade Anónima e do reforço do seu modelo de governação, mirando uma actuação mais transparente, organizada e preparada para os desafios actuais.
A passagem da antiga Clínica Sagrada Esperança, Lda. para Sociedade Anónima, formalizada no passado dia 19 de Maio, 'reflecte a evolução natural de uma instituição que cresceu em dimensão, responsabilidade e relevância no sector da saúde em Angola', sendo que com esta nova estrutura a unidade sanitária clarifica os níveis de decisão, supervisão e gestão, de acordo com a nota partilhada com a redacção da E&M.
Para a Clínica Sagrada Esperança, S.A., a solidez institucional é também uma forma de proteger a confiança de quem procura os seus serviços. Deste modo, a nova estrutura governamental reforça a separação entre orientação estratégica, supervisão institucional, estabilidade na gestão e melhor capacidade de resposta aos utentes.
“Esta nova etapa ajuda a consolidar uma Clínica mais organizada, mais transparente e mais preparada para responder às exigências actuais do sector da saúde. A separação entre supervisão estratégica e gestão executiva reforça a responsabilidade de cada órgão e cria melhores condições para servirmos os utentes com rigor e sentido de futuro”, afirmou Rui José Veiga Pinto, Presidente do Conselho de Administração não executivo da clínica.
Integra ainda o Conselho de Administração não executivo João Domingos Martins, a Maria da Conceição Pitra e Francisco José Santos Duarte Ramalho, com responsabilidades de acompanhamento em matérias como remunerações, especialidades médicas, auditoria, compliance e controlo interno.
A Comissão Executiva, responsável pela gestão diária da instituição, é presidida por Esmael Francisco Tomás, contando também com Pedro Miguel Arcanjo Essaca, como Administrador Clínico, e Ana Isamara Ângelo Chivia, como Administradora para Administração e Finanças.
Para Esmael Francisco Tomás, Presidente da Comissão Executiva da Clínica Sagrada Esperança, S.A., a nova estrutura deve estar ao serviço dos utentes, das equipas e da qualidade dos cuidados prestados.
Por sua vez, Esmael Tomás defendeu que a assumpção desta responsabilidade é feita com sentido de missão e com foco nos utentes e nos profissionais da clínica. “Queremos que esta nova estrutura se traduza numa gestão mais eficiente, em melhores condições de trabalho para as equipas e numa resposta cada vez mais qualificada a quem procura os nossos serviços”, referiu.
Mais do que uma alteração formal da sua natureza jurídica, a transformação da CSE em Sociedade Anónima representa o reforço de uma instituição que procura continuar a crescer sem perder de vista aquilo que está no centro da sua actividade: cuidar melhor de quem a procura.
A cerimónia decorreu no Anfiteatro da Clínica Sagrada Esperança, na Ilha de Luanda, e contou com a presença dos novos administradores, membros do Conselho de Direcção, representantes da ENDIAMA e outras entidades convidadas.










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