Para o empresário, os bancos deveriam deixar de focar a atenção no projecto e avaliar, sobretudo, o histórico e idoneidade de quem se candidata ao crédito. O também empresário, que interveio, na IV Conferência E&M, recomenda, em sentido contrário, que os bancos passem a prestar maior atenção à idoneidade dos promotores. “A idoneidade diz mais sobre o empresário e a empresa do que o projecto”, defendeu.
Carlos Cunha disse ainda que é mais importante que o banco vá à empresa e veja o que há e o que anda, efectivamente, a ser feito do que se ficar pelo papel.
Outra questão que considera importante, diz o empresário, é não contar os meios adquiridos com o dinheiro do crédito como parte da garantia reais do projecto de investimento. Carlos Cunha apela aos bancos que passem a considerar os equipamentos que os empresários colocam no projecto de investimento como garantias em caso de incumprimento.

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