O empresário que actua na indústria pesqueira e do sal, entrevia na III Conferência E&M sobre Economia Azul, “O cluster do mar para além do petróleo”. “Este peixe não é consumido aqui, vai para o Congo e sai também como o sal. Nós temos que ter a coragem de dizer as verdades”, denunciou, tendo apontado o dedo acusador a fiscalização do sector.
Por sua vez, a Directora Nacional dos Assuntos do Mar e Recursos Marinhos, Tânia Barreto, confirmou a existência destas empresas que descaminham o peixe pescado nos mares nacionais, para outras partes do mundo.
Defendeu, por isso, o reforço da capacidade de fiscalização a todos os níveis, nomeadamente da ANIESA, dos ministérios do Interior e da Defesa Nacional, para o combate da fuga ao fisco.
“Há realmente empresas que pescam e depois o peixe foge do nosso controlo e vai dar aos congos. Mas não é só o ministério das pescas, os outros departamentos ministeriais devem ajudar na fiscalização”, assinalou.
A III Conferência E&M Sobre Economia Azul é uma iniciativa da revista Economia & Mercado que debateu pelo terceiro ano consecutivo os avanços da implementação da Estratégia Nacional para o Mar de Angola.

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