A expansão da indústria de bebidas no País está a colocar sob pressão um conjunto de fragilidades ambientais já existentes, num contexto em que o crescimento do consumo não tem sido acompanhado por soluções estruturais de gestão de resíduos e uso sustentável de recursos, alertam especialistas.
Entre os principais impactos identificados estão o consumo intensivo de água, de energia nos processos industriais e o aumento significativo da produção de resíduos sólidos, sobretudo de embalagens descartáveis.
Os ambientalistas Vladimir Russo e Érica Tavares defendem que o problema não reside apenas na produção de resíduos, mas sobretudo na ausência de uma cadeia estruturada de recolha, triagem e reciclagem. Embora existam catadores, o sistema é maioritariamente informal e insuficiente, agravado pela escassez de infra-estruturas como ecopontos e centros de valorização.
“Há toda uma cadeia de valor que tem que ser desenvolvida no sentido de podermos continuar a produzir utilizando o plástico”, defende Vladimir Russo.
Leia este artigo na íntegra na edição 259 da revista Economia & Mercado, referente ao mês de Abril, disponível nas bancas.


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