O Fundo de Garantia de Crédito (FGC) pretende emitir mil garantias públicas em 2024, disse o presidente do Conselho de Administração (PCA) da instituição, Luzayadio Simba, à margem do evento que marcou a assinatura do acordo com o Banco Millennium Atlântico.
A pretensão do FGC para este ano, como se pôde depreender das declarações de Luzayadio Simba, motivou o acordo rubricado com o ATLANTICO e outras instituições bancárias, a título de exemplo o Banco Crédito do Sul, cujo 'contrato' foi assinado a 16 de Janeiro.
“Para cumprirmos este desiderato é importante que estejamos alinhados com os bancos e promotores”, disse Luzayadio Simba.
O contrato rubricado com os bancos comerciais, esclareceu o chairman do FGC, resulta do programa de simplificação das garantias públicas. “É tempo de reduzir a burocracia”, reforçou.
No âmbito do acordo, continuou, o FGC e as instituições bancárias usarão o mesmo portfólio. Este procedimento permitirá o promotor obter (imediatamente) a garantia pública assim que o banco aprove; mas, desde que o montante não ultrapasse 50 milhões Kz.
Para as garantias acima de 50 milhões Kz, disse, será necessária a análise da FGC, instituição orgânica do Ministério das Finanças.
O ATLANTICO, segundo o vice-presidente da Comissão Executiva, Éder Samuel de Sousa, tem uma linha avaliada em 12,5 mil milhões Kz para dar corpo ao respectivo acordo, pois é missão daquela sociedade contribuir para o crescimento da economia.
Com o acordo estabelecido, a instituição adstrita ao Ministério das Finanças (FGC) pretende fomentar o processo de inclusão financeira e renovação da economia informal, mediante à Linha de Apoio aos Projectos Sustentáveis (LAPS), gizada pela instituição.
O objectivo do programa é facilitar o acesso ao crédito das micro, pequenas, médias empresas, cooperativas e empreendedores singulares. “O acordo prevê uma cobertura do risco, por parte FGC, de 80% do capital financiado pelos bancos”.

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