O Plano Nacional de Endividamento (PAE) para 2026 prevê a emissão de dívida de 15,04 biliões de kwanzas (15,96 mil milhões de USD), ou seja, quase metade do Orçamento Geral do Estado (OGE) será suportado por empréstimos.
Fora do país, Angola terá de ir buscar 7,93 biliões de kwanzas (8,41 mil milhões de USD) e, no mercado interno, o Governo terá de captar 7,1 biliões de kwanzas (7,54 mil milhões de USD).
No mercado interno, a captação será feita maioritariamente através de Obrigações do Tesouro (58%), seguidas de Contratos de Mútuo (27%) e de Bilhetes do Tesouro (15%). Parte das emissões serão destinadas à regularização de atrasados e à capitalização de empresas públicas.
Já no mercado externo, as fontes incluem emissões de Eurobonds, financiamentos do Banco Mundial, linhas de crédito bilaterais e comerciais, com destaque para operações já em execução e outras em fase de contratação.
O stock total da dívida pública deverá situar-se nos 60,59 biliões de kwanzas (64,31 mil milhões de USD) até ao final de 2026, o que representa 44,36% do PIB, uma redução de 47,72% face a 2025.
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