A ambição de controlo das reservas petrolíferas da Venezuela, estimadas em 300 a 304 mil milhões de barris, 18% do total mundial, motivou a intervenção das forças especiais militares dos Estados Unidos da América (EUA), ordenada pelo Presidente Donald Trump, que culminou com o rapto do Chefe de Estado venezuelano, Nicolás Maduro.
O ataque contra o Palácio de Miraflores, residência oficial do presidente Nicolás Maduro, segundo a media local, ocorreu na madrugada deste sábado (03.01.2026), confirmando a intenção de Trump, iniciada em Agosto de 2025 com o aumento do contingente militar dos EUA no Sul do Caribe.
Donald Trump justificou (oficialmente) o aumento de navios de guerra no sul do mar do Caribe como parte da campanha contra o narcotráfico. Inicialmente, a operação das forças especiais resumiu-se em ataques a pequenas embarcações pesqueiras, sob pretexto de que se tratava de narcotraficantes venezuelanos com destino aos Estados Unidos da América.
Analistas e o governo venezuelano interpretaram acção norte-americana (orquestrada pelo presidente Trump) como uma forma de pressão militar.
Nos meses subsequentes, sobretudo em Dezembro, os EUA aumentaram o contingente das forças especiais, navios de guerra, grupos de assalto anfíbio e outras unidades posicionadas ao longo da costa venezuelana.
Após os ataques a pequenas embarcações pesqueiras, as forças navais especiais norte-americanas (sob orientação expressa de Donald Trump) bloquearam todos os petroleiros que entravam e saíam da Venezuela.
Face ao poderio militar norte-americano, Donald Trump veio publicamente expressar o interesse em controlar as reservas de petróleo da Venezuela. Ainda em declarações à imprensa, exigiu que a Venezuela devolvesse o que considera ser petróleo, terras e outros bens pertencentes aos EUA.
O governo de Nicolás Maduro entendeu tais declarações como a confirmação dos propósitos da administração Trump, em relação aos recursos estratégicos venezuelanos, especialmente o petróleo bruto.
Na madrugada de sábado (03.01), as forças especiais norte-americanas atacaram Caracas (capital da Venezuela) e os estados de Miranda, Aragua e La Guaira, onde estão concentradas as bases militares venezuelanas.
Nicolás Maduro, face à invasão norte-americana, ainda assinou e ordenou a implementação do decreto que declara o estado de Comoção Exterior em todo o território nacional para proteger os direitos da população, o pleno funcionamento das instituições republicanas e passar à luta armada.
Informação já confirmada dão conta do rapto do Presidente Nicolás Maduros e da esposa, Cilia Adela Flores de Maduro, em resultado da invasão das forças especiais norte-americanas no início do presente ano.
O Presidente Donald Trump também chegou a anunciar a morte do ministro da Defesa da Venezuela, mas horas depois apareceu publicamente, endereçando uma mensagem de resistência ao ataque norte-americano.

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