O Grupo Naval e a International Finance Corporation (IFC) assinaram, em Luanda, dois contratos de consultorias (estratégicas), focados em sectores considerados prioritários para o desenvolvimento de Angola, soube a E&M.
Os acordos foram rubricados, em Luanda, durante a visita que aquela divisão do Banco Mundial, voltada ao financiamento do sector privado em mercados emergentes, efectuou às instalações da Refitec, unidade fabril do Grupo Naval, especializada no processamento de óleos alimentares.
Segundo os objectivos das partes, o primeiro acordo visa reforçar a eficiência das cadeias logísticas de importação e exportação de grãos, assim como de insumos agrícolas, assegurando o fornecimento (regular) de matéria-primas essenciais ao sector alimentar nacional.
O programa irá apoiar (directamente) o complexo industrial do Grupo Naval e as empresas que actuam no mercado nacional. O objectivo é contribuir para maior estabilidade do abastecimento e da exportação de grãos.
Fazendo jus à informação obtida dos subscritores (Grupo Naval e IFC), o segundo acordo, rubricado em Dezembro de 2025, estabelece um programa de fomento agrícola assente em modelos estruturados de “barter”, para apoiar produtores locais no acesso a insumos e a mercados.
A iniciativa, conforme os subscritores, será implementada nas principais regiões agrícolas do País, a fim de impulsionar a produção de milho e soja; fortalecer a integração entre os produtores e a indústria de transformação.
De acordo com as estatísticas, a Refitec tem capacidade para processar 500 toneladas de óleos vegetais por dia, influenciando na “estabilização do mercado de óleos comestíveis e na promoção do mercado”.
“O Grupo Naval tem investido de forma contínua para tornar Angola mais auto-suficiente na produção de alimentos. A parceria com o IFC acelera este compromisso e reforça a nossa capacidade de transformar o sector alimentar do país.”, Simon Tecleab, CEO da instituição empresarial.
Para Eduardo Barbosa, CFO do Grupo Naval, os respectivos acordos representam um passo estratégico, a fim de assegurar a eficiência logística, expansão industrial e apoio directo aos produtores. “Trata-se de uma parceria que reforça a visão de futuro do grupo”.

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