Doravante, o trabalho por conta própria para o consumo em Angola deixa de fazer parte do conceito de emprego nos relatórios do Instituto Nacional de Estatística (INE), órgão que divulga, nesta quarta-feira, 18, em Luanda, o seu mais recente estudo sobre o mercado de emprego no País.
Em relação ao relatório, referente ao 4.º trimestre de 2025, a diretora-geral adjunta do INE, Anália Silva, explica que o documento, elaborado em parceria com a Organização Internacional do Trabalho (OIT), traz uma remodelação quanto aos conceitos que servem de base para os estudos feitos pela instituição.
“Essas resoluções redefinem o conceito de emprego. Uma destas questões é o trabalho por conta própria para o consumo, que fazia parte do conceito de emprego e que deixa de fazer parte do conceito de emprego. É de destacar o conceito de trabalho informal e formal e que, para a nossa economia, ainda é bastante relevante”, diz.
Ainda sobre o estudo, Anália Silva sublinha, citada pela Rádio Nacional de Angola (RNA), que é importante que todos estes conceitos do mercado informal estejam verificados, como a qualidade económica, o acesso à protecção social e o acesso a direitos como férias.

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