Em declarações à imprensa, Ottoniel Santos disse, no final do encontro da Comissão Nacional Interministerial do Programa de Privatizações 2019-2022 (PROPRIV), que serão privatizadas, no primeiro trimestre, 40 empresas; no segundo, 60 outras empresas, e no terceiro trimestre 13 empresas.
Segundo o também coordenador do PROPIV, foram analisados aspectos particulares de empresas como a Biocom, Multitel, TV Cabo, com alguma profundidade, todos eles susceptíveis de nortear as acções seguintes do grupo técnico.
De acordo com a Angop, que cita o secretário de Estado das Finanças e Tesouro, foi também analisada a proposta de privatização das empresas do grupo Zahara, cuja estratégia foi aprovada através de uma modalidade para cada uma das unidades e que também fará parte do leque prioritário do grupo técnico.
Aprovou-se, igualmente, segundo o também coordenador do PROPIV, o “draft” do Decreto Presidencial que aprova a incorporação de cinco activos no programa de privatizações, que foram recuperados pelo Estado e que vão passar para a esfera privada de modo a manterem o seu valor de mercado e estimularem a economia nacional.
Foi dado a conhecer o processo de privatização do Banco de Comércio e Indústria (BCI), que será privatizado por via de leilão em Bolsa, num processo onde já estão 15 entidades interessadas.
No evento, foi destaque, a apresentação do “DashBoard” das privatizações. Trata-se de uma peça de comunicação para se fazer o seguimento da evolução do PROPRIV, que vai permitir os intervenientes e interessados acompanharem os estágios do programa, número de empresas a privatizar, valores arrecadados, procedimentos de privatização, entre outras, em documentos traduzidos também na língua inglesa.
O PROPRIV foi criado com o fito de reduzir a intervenção do Estado na economia e promover o fomento empresarial, assim como reforçar a capacidade empresarial.

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