Segundo uma notícia publicada hoje, segunda-feira, 14, no seu portal de notícias, o Jornal de Angola escreve que uma vez aprovados, deverão aumentar também o lucro fiscal do Estado decorrente da actividade de 2019.
Por exemplo, conforme escreve o jornal de circulação diária, citando informações exclusivas de fontes ligadas ao sector petrolífero, no I trimestre de 2019, os custos recuperados fixaram-se em mais de 40 milhões de dólares.
No final desse ano, para o bloco 15, estima-se uma recuperação de 1,9 mil milhões de dólares, contra um desvio orçamental acima de 60 milhões.
Os dados disponibilizados na página de Internet do Ministério das Finanças, referentes ao exercício de 2019, reflectem uma produção nos blocos 15, 17 e 18 acima dos 40 milhões de barris de petróleo.
A fonte do Jornal de Angola avançou que os custos e os direitos, ao todo, nas diferentes concessões, possivelmente possam vir atingem o valor de 1,6 e 7 mil milhões de dólares.
Uma das maiores referências da produção nacional de petróleo é o Bloco 15, situado na bacia do Baixo Congo a sul do rio Zaire, em águas profundas do mar de Angola com uma profundidade que varia entre 400 e 1500 metros. Ali actuam as gigantes Eni e Exxon Mobil, na base de contratos de partilha de produção com o concessionário.
Se no caso Exxon Mobil apenas em Junho do ano passado teve assinado o contrato para actuar no Bloco 15, o grupo Eni, por exemplo, já fez cinco descobertas de petróleo naquele bloco. Os mais recentes foram Agidigbo, Kalimba, Afoxé, Agogo e Ndungu. As cinco descobertas contêm um número de barris de petróleo leve estimado em 1,8 mil milhões, sendo que a última deverá conter entre 300 e 400 milhões de barris.

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