No discurso de abertura da conferência que teve lugar hoje, no edifício do Arquivo Nacional de Angola, visou a apresentação do projecto, o ministro dos Transportes afirmou que a previsão de crescimento da população, bem como o aumento da mobilidade entre os extremos, ditaram a decisão do Governo sobre o avanço do projecto.
Segundo Ricardo D’Abreu, o projecto assenta-se em princípios fundamentais como a equidade, assegurando acesso a todos (ou quase todos) a preço justo; eficiência, visando aumentar a produtividade das pessoas e da cidade; segurança, buscando diminuir ao máximo a segunda causa de morte, depois da malária e sustentabilidade ambiental, reduzindo a emissão de gases prejudiciais ao ambiente e a saúde pública.
O projecto cuja a primeira fase está avaliada 3 mil milhões de dólares, compreenderá 37 quilómetros de extensão ferroviária, que de acordo com o governante, insere-se numa parceria publico-privada.
No entender o gestor público, trata-se de uma solução inovadora para a província de Luanda, que tem sido utilizada em todo mundo e com bons resultados.
Participaram do encontro, a governadora de Luanda, Ana Paula de Carvalho e o ministro da Construção e Obras Públicas, Manuel Tavares de Almeida.

%20-%20BAI%20Site%20Agosto%20%20(1).png)












