Entretanto, do ponto de vista social, realçaram os participantes à Conferência sobre “Tributação e Desenvolvimento – Em período de Crise, como Fomentar o Crescimento Económico”, promovido pela Revista Economia & Mercado (E&M), a arrecadação dos impostos ainda não se traduzem em desenvolvimento.
Afirmaram que, Angola não tem taxas elevadas de impostos, se comparado com alguns países da região e, do ponto de vista de tributação de importação de matéria-prima para a produção nacional, por exemplo, o país concede incentivos aduaneiros.
Os participantes concluíram que o país precisa elaborar um código fiscal que acolha a contribuição dos diferentes agentes económicos e contribuintes.

Para rui Santos, empresário e perito em contabilidade, “ Angola está a seguir regras fiscais que não combinam com a realidade”. No entender do especialista, Angola devia seguir o exemplo do Ruanda que ajustou a legislação fiscal a sua realidade.
A conferência, em que participaram altos quadros da Administração Geral Tributária, como o seu Presidente do Conselho de Administração da Geral Tributaria (AGT), Claudio Paulino dos Santos, o Presidente do Conselho de Administração da AIPEX, António Henrique da Silva e especialistas de outras áreas, teve como objectivo analisar o quadro tributário angolano, por um lado, e, por outro, os caminhos para o fomento do crescimento económico e o alívios fiscal das empresas, que com a pandemia da Covid-19, sentem-se asfixiadas pela carga fiscal.

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