O Ministério da Justiça e dos Direitos Humanos está a afastar dos seus quadros os funcionários que usam de artimanhas para desviar verbas destinadas à Conta Única do Tesouro, anunciou o titular do órgão, Marcy Lopes.
Falando à imprensa no quadro da visita de constatação que tem estado a realizar pelo País às instituições adstritas ao Ministério que dirige, o governante referiu-se aos registos de casos de funcionários da Justiça que alegam a falta de sistema ou de RUPE (Referência Única de Pagamento ao Estado) para se apoderarem de receitas públicas.
“E, quando estas coisas acontecem, nós garantimos que os cidadãos tenham acesso a uma linha telefónica para fazer a denúncia, e nós, imediatamente, actuamos. Todas as pessoas que arranjam forma para receber pagamentos em mãos nós não estamos a ter contemplações”, assegurou Marcy Lopes.
Em relação às visitas, o ministro da Justiça e dos Direitos Humanos lamentou as condições pouco dignas por que se encontram algumas das infra-estruturas do seu pelouro e prometeu empenhar-se no sentido de inverter o quadro, proporcionando, assim, melhor acomodação aos funcionários do Ministério e aos cidadãos que acorrem aos serviços da instituição.

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