Executivo angolano vê na transformação dos sistemas agrícolas em agroalimentares uma via eficaz para impulsionar a economia nacional; criar empregos, sobretudo para os jovens; melhorar a vida das pessoas, tornando a produção agrícola “mais diversificada e moderna, rentável e sustentável”, afirmou o ministro da Agricultura e Florestas, Isaac dos Anjos.
Ao intervir na 8.ª Conferência Economia & Mercado sobre Agricultura, realizada nesta terça-feira, 24, em Luanda, avançou que, para materializar esta visão, Angola adoptou, envolvendo todos os segmentos relevantes da sociedade, a Estratégia Nacional de Reconversão dos Sistemas Alimentares em Agroalimentares para o período 2026-2035, que representa o compromisso com uma “transformação profunda e estrutural” do sector agroalimentar.
A nível continental, disse o governante, a ENRSAA responde às Declarações de Malabo (2014) sobre o Crescimento e Transformação da Agricultura para a Prosperidade Partilhada e Melhoria dos Meios de Vida e de Kampala (2025) sobre a necessidade de redobrar esforços para promover sistemas agroalimentares resilientes e sustentáveis, bem como ao Programa Integrado para o Desenvolvimento da Agricultura em África (CAADP) 2026–2035.
Segundo o titular da Agricultura e Florestas, internamente, a Estratégia Nacional de Reconversão dos Sistemas Alimentares em Agroalimentares distingue-se e complementa-se com a Estratégia Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, aprovada em Fevereiro de 2025.
“Toda esta descrição que faço é para dizer que, se a agricultura não servir os interesses da maioria das populações lá residentes, dificilmente teremos fazendas seguras, dificilmente poderemos dormir à vontade nas nossas fazendas. Se quisermos que isso aconteça, temos que envolver mais e mais a comunidade naquilo que são os projectos agrícolas”, referiu Isaac dos Anjos, no evento organizado pela revista E&M em parceria com o Ministério da Agricultura e Florestas.

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