A União Europeia (UE) aplicou 2,75 milhões de euros tendo em vista a promoção do turismo em zonas protegidas em Cabo Verde.
O plano vai ser materializado por três organizações da sociedade civil que assinaram contrato com à UE.
Entre outros objectivos, o investimento visa o rendimento dos habitantes daquelas zonas, a promoção de alojamento local, a criação de miradouros, cursos de pós-graduação, além da marca “Natural.cv”.
O financiamento abrange projectos para as ilhas menos visitadas, como por exemplo, de Santo Antão, de São Nicolau e de Fogo.
Nesta perspectiva, o ministro da Agricultura e Ambiente, Gilberto Silva, reconheceu durante a cerimónia de assinatura daquele contrato que o foco do desenvolvimento são as pessoas.
"Temos de dinamizar actividades nas áreas protegidas, valorizando o que nós temos em matéria de biodiversidade", afirmou.

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