Trata-se de verbas que irão reforçar as actividades da agência das Nações Unidas para a Infância no combate a pandemia da Covid-19 nos municípios do Cazenga, Belas, Talatona e nos distritos urbanos do Sambizanga e Maianga.
Disponibilizado pela Direção-Geral da Proteção Civil e das Operações de Ajuda Humanitária Europeias (DG ECHO), refere o UNICEF no seu comunicado, a verba permitirá um melhor apoio as autoridades governamentais da província de Luanda no combate as vulnerabilidades sociais e económicas.
No documento, a instiuição assegura que os fundos beneficiarão cerca de 1.6 milhões de pessoas no acesso aos serviços de saúde, nutrição e condições de higiene adequadas, e que os mais vulneráveis beneficiem de mecanismos de protecção social para reduzir o impacto do choque económico e social causado pela pandemia.
O documento realça, neste sentido, que a verba reforçará a "gestão dos casos de malnutrição infantil e disponibilizar suplementos nutricionais; expandir o programa de transferência monetária para famílias com crianças malnutridas; disponibilizar equipamentos de protecção pessoal para unidades de saúde e kits de higiene para escolas, orfanatos e lares de idosos; instalar infra-estruturas para lavagem das mãos em mercados públicos, bem como melhorar a vacinação e promover hábitos saudáveis e medidas de higiene pessoal”.
Para o UNICEF, o conjunto de acções inéditas desencadeada pelo Governo como resultado do aumento contínuo do número de casos confirmados de Covid-19, visando conter a propagação do vírus, levou a que as populações sócio e economicamente mais vulneráveis sentissem limitações no acesso a água e saneamento.
Outro factor negative destacado neste sentido é que grande parte da população têm visto os seus rendimentos diminuírem como consequência da paralisação de algumas actividades económicas, situação que as tornou ainda mais expostas aos riscos associados à pandemia da Covid-19.
“Em tempo de emergência é importante garantir a continuidade de serviços sociais básicos e assegurar a todos o acesso a esses serviços”, apela a instituição no seu comunicado.

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