O Conselho de Administração do Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) aprovou, recentemente, em Abidjan, Costa do Marfim, a participação de 6,5 milhões de euros no capital do fundo Saviu II, informou aquela instituição.
A participação financeira do BAD no fundo será para apoiar startu-ps tecnológicas em início de actividade e de primeira angariação de fundos institucionais, principalmente na África Ocidental e Central francófona.
“O Grupo Banco investirá 4,5 milhões de euros em capital próprio, bem como 2 milhões de euros sob forma de uma tranche de cobertura da primeira perda por conta da Comissão Europeia, no âmbito do Programa Boost Africa”, explicou a instituição bancária africana, sediada em Abidjan.
O ‘investimento’ do banco pan-africano permitirá ao fundo Saviu II dar prioridade a empresas com (forte) componente tecnológica ou digital.
De acordo com os esclarecimentos do BAD, o fundo de capital de risco Saviu II tem por objectivo realizar (pelo menos) 60% dos compromissos nos países francófonos da África Ocidental, bem como da África Central (Costa do Marfim, Camarões, Benin, Senegal, Togo, Burquina Faso e Mali).
O fundo Saviu II, avançou a instituição bancária pan-africana, também pode co-investir na África Oriental em empresas tecnológicas promissoras que disponham de uma equipa e modelo comercial sólido com estratégia de penetrar no mercado dos países francófonos da África Ocidental.
Outra condição para as empresas tecnológicas da África Oriental que pretendam aceder ao financiamento do fundo em causa, é estabelecer forte presença naquela região do continente africano (África Ocidental).
Segundo o veículo de investimento da Saviu Partners, o Saviu II prevê investir entre 500 mil a três milhões de euros em pelo menos 20 startups ‘B2B’ tecnológicas ou com vocação tecnológica, em fase de arranque ou ainda de primeira angariação de fundos institucionais.
“O fundo dedicará uma verba específica a investimentos de pré-lançamento, ajudando as empresas em aquisições de participações minoritárias, geralmente em co-investimento com estúdios, incubadoras ou outros parceiros do ecossistema”, esclareceu aquele banco pan-africano.

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