Voltámos a questionar sobre a oportunidade de uma obra tão volumosa quer em termos de estrutura, quer em custos, atendendo à nossa realidade e necessidades. Ao todo, dedicámos a este assunto dois apontamentos, com este último três, sendo que o primeiro foi na revista de Agosto de 2017 onde, num estudo comparativo sobre o crescimento do tráfego aéreo nos principais aeroportos africanos, asiáticos e americanos, demonstrámos que demoraremos bastante tempo para atingir os 15 milhões de passageiros tão propalados para o nosso novo aeroporto.
Neste “Remate”, pretendendo fechar, por ora, este assunto publicando algumas imagens, recolhidas via satélite através do programa Flightradar 24, que ilustram, por si só, a diferença de tráfego aéreo entre Luanda, Joanesburgo, Cidade do Cabo e Durban.
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